“Por certo não é tanto ver outra coisa como separar-me de tudo o que não me é indispensável. Ah!, quantas coisas, Nathanael, poderíamos ainda dispensar! Almas nunca suficientemente despojadas para serem enfim suficientemente enchidas de amor – de amor, de espera e de esperança, que são nossas únicas posses verdadeiras.”

– André Gide

Fonte: GIDE, André. Os Frutos da Terra. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982, 214 páginas. Página 82.

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